O cara estranho entrara na casa do Sr. Petterson, ficara lá tempo o bastante para que pudesse ser previsto de que não sairia mais. Caio vira que ele era estranho, parecia meio perturbado, mas tirando isso, ele tinha boa aparência e se vestia nos conformes. Tudo estava normal para ele, um dia normal ao lado de Marina, a garota com quem ele pretendia formar uma vida, mas ele sentira uma certa insegurança ao ver aquele cara passando e olhando para sua garota como se quisesse devorá-la, como se estivesse traçando planos com ela, mas naquele momento, não era tempo de pensar.
Seus olhos se arregalaram ao ver o cara vindo na direção deles - "Não pode ser"- pensara.
"Olá - o nervosismo na voz do desconhecido ela algo realmente notável - desculpe incomodar vocês, sou novo e vim passar uns tempos por aqui na casa de meu pai, pensei em fazer alguns amigos"
Naquele instante, Caio sentira seus musculos relaxarem e a tensão baixar - "Não poderia ser tão mal assim"- pensara.
Marina se acomodara um pouco mais, demonstrando consentimento em conhecer pessoas novas, cultivar uma nova amizade sempre era algo legal de se fazer.
"Oi, prazer, me chamo Caio Oliver - olhara apaixonadamente para Marina, e logo após apontara para ela - e esta é minha namorada, Marina Rosa" - dissera simpáticamente,
Automáticamente, Marina sorrira era em direção ao - "desconhecido bonitão" - pensara. Não que ela estivesse interessada nele, mas ele realmente era um cara atraente.
"Desculpe-me, nem me apresentei direito. Sou Robert Wakcher, e como vocês já sabem, vim passar uns tempos aqui com meu pai". - dera um sorriso aberto e sincero, com a mente mirabolando tudo, ele sabia que era necessário demonstrar normalidade e espontâneidade em tudo. Se sentara ao lado de Marina.
- Mas e ai? O que te levou a vir morar com seu pai? - questionou Marina, ao mesmo tempo, pensando em como ele realmente era um cara bonitão.
Robert sorriu, olhou para os lados como se precisasse de um tempo para assimilar as coisas que estavam acontecendo no momento.
- Bom, eu estava cansado da cidade grande, resolvi vir para cá com meu pai para aliviar um pouco da tensão que as ruas movimentadas sempre tem. Mas ao chegar na rodoviária, achei que estaria tudo certo. Mas me deparei com mais um longo percuso pela frente. 3 ônibus , e ainda tive de caminhar um pedaço a pé. Isso me estressou o bastante para amaldiçoar minha decisão. - falara em tom extrovertido, mas tentando imitar 'revolta'.
Marina sorrira, achando engraçado o jeito com que ele conseguia ser engraçado imitando uma certa 'revolta' na voz.
Robert questionou Caio, a respeito de trivialidades.
Enquanto Caio abraçava Marina, Robert falava sobre as coisas que fazia em sua cidade, antes de ir para casa de seu pai.
"Mas então você quer dizer que simplesmente cansou da cidade urbana e decidira esperimentar o interior? Isso é realmente intrigante."- dissera Caio, interessado no assunto.
Robert tentava não reparar muito na garota, mas era realmente impossível. Pois ela era muito bonita, e Caio só não tinha problemas pelo fato de não estarem em uma cidade grande. Porque se estivessem, o ciúme ia ser grande, e qualquer descuido poderia ser fatal. Ela estava com um short jeans e uma regata bege. Com isso, ele percebera que ela não era uma 'olivia palito' - como costumava chamar as garotas magrelas - ela era realmente, respeitável em questão de corpo, tinha tudo em seu devido lugar e muito bem distrubuído, com uma quantia necessária para deixar os homens loucos. Ele sabia que não poderia deixar esse desejo muito perceptível. Precisava fazer os lados com namorado dela.
- Vamos sair hoje á noite, quer aproveitar o embalo? - dissera Marina, intrometendo-se mesmo sem saber se Caio aprovaria a ideia.
Robert a olhara sem demonstrar a vontade que sentia por dentro - Acho melhor não - dissera - não quero atrapalhar o tempo de vocês a sós.
Caio se sentira alíviado, ele realmente queria passar esse tempo a sós com Marina, e não com um cara que recém conhecera de relance. Claro que seria legal e tal. Mas essa noite, ele queria passar somente com Marina, pois ele a amava, e eles não tinham muito tempo para ficar juntos. O horário também não ajudava, pois sempre que saía com ela, tinha que deixá-la em casa às 23hs, pontualmente. - era um simples acordo que tinha com os pais dela.
- Tudo bem então - dissera Marina, aconchegando-se em Caio - mas com certeza, marcamos algo para outro dia, pois amizades são sempre bem vindas - deixara um sorriso no ar.
- Bom, eu vou indo lá, pois ainda tenho que organizar algumas coisas e a fome também está batendo. Vou ver se como algo e vou dormir, outro dia nos falamos - Falara Robert, enquanto levantava-se indo em direção à casa de seu pai.
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